ACADEMIA MARANHENSE DE CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES MILITARES - AMCLAM

PATRONO

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Cadeira nº 08

Em grafia antiga Euclydes Zenobio da Costa.

Nasceu em Corumbá em 09 de maio de 1893 e morreu no Rio de Janeiro em 1962 com 69 anos.

Foi um militar do Exército brasileiro que alcancou o posto de Marechal, sendo considerado o idealizador da Polícia do Exército (PE) da Força Terrestre.

Filho e neto de militares realizou os primeiros estudos em sua cidade natal e, em 1905, aos 12 anos de idade, matriculou-se no Colégio Militar do Rio de Janeiro, então capital da República. Concluiu o curso em dezembro de 1911 e nesse mesmo mês assentou praça, ingressando na Escola Militar do Realengo. Realizou os cursos de cavalaria, infantaria e artilharia e em abril de 1915 foi declarado, Aspirante-a-Oficial.

Por essa época foi convocado para integrar as tropas do governo que combatiam no Sul a Revolta do Contestado. De regresso ao Rio de Janeiro, Zenóbio foi indicado para secretariar o 55º Batalhão de Caçadores (BC). Em julho de 1917, promovido a segundo-tenente, passou a comandar a 4ª Seção da 1ª Companhia de Metralhadoras.

Em 1921 serviu na Bahia e em janeiro do ano seguinte foi promovido a primeiro-tenente voltando então ao Rio para juntar-se à 4ª Companhia de Metralhadoras Pesadas. No dia 5 de julho, a guarnição do forte de Copacabana rebelou-se contra o governo, em razão da prisão disciplinar do Marechal Hermes Da Fonseca, por este ter protestado, na qualidade de presidente do Clube Militar, contra a utilização de tropas do Exército numa disputa eleitoral em Pernambuco, contando com a adesão dos cadetes da Escola Militar do Realengo e de alguns contingentes da Vila Militar. O movimento foi controlado em algumas horas, tendo Zenóbio tomado parte na repressão aos rebeldes.

Em 1924 Zenóbio servia como instrutor na Escola Militar do Realengo quando foi destacado pelo General João Álvares de Azevedo Costa para comandar uma coluna legalista que combatia no Sul os revolucionários que se insurgiram contra a permanência de Bernardes no poder.

Quando no posto de 1º Tenente foi convidado pelo governador Magalhães de Almeida, para exercer o cargo em comissão de Comandante do Batalhão Policial do Estado (atual PMMA) no período de 01/03/1926 a 01/03/1930. Em razão da eficiência, onde prestou ao Maranhão inestimáveis serviços, assumiu as funções de Secretário Geral e Prefeito da Capital.

Ao terminar sua missão no Maranhão voltou para o Rio de Janeiro em pleno período de agitação revolucionária contra o governo Washington Luís. Comandante, entre outubro e dezembro daquele ano, da 6ª Companhia do 1º Regimento de Infantaria, aquartelado na Vila Militar, tomou posição discreta a favor do movimento revolucionário.

Em janeiro de 1932 passou a comandar a 1ª Companhia do 3º Regimento de Infantaria (RI) quando estourou em São Paulo, no dia 9 de julho, a Revolução Constitucionalista, deflagrada pelas correntes políticas do Estado em aliança com os efetivos locais do Exército e da Força Pública, com a finalidade de depor o Governo Provisório.

Iniciada a contraofensiva governamental no vale do Paraíba, sua unidade recebeu ordens para incorporar-se ao destacamento do Coronel Manuel Daltro Filho, travando contato com o inimigo nas proximidades de Itatiaia (RJ). Com grande atuação, participando assim, operou no campo da operação para combater as forças insurretas, com destacada atuação e demonstração de amor à pátria pelos largos conhecimentos de combate postos em prática.

Na frente leste os combates entre paulistas e federais foram mais assíduos e violentos, com as forças legalistas tentando chegar a Campinas e dali abrir caminho para a ocupação militar da capital bandeirante. A atuação de Zenóbio foi posta em evidência pelos despachos do coronel Daltro, foi elogiado pelo General Daltro Filho e dada a ligação dos setores de atuação de ambos, foi promovido ao posto de Major pelo critério de bravura. Vitoriosas as forças governamentais, retornou ao Rio de Janeiro.

No início de 1933, assumiu o comando do 1º Batalhão do 3º RI. Entre maio daquele ano e janeiro de 1934 frequentou também os cursos da Escola de Infantaria.

Quando Pedro Ernesto Batista, interventor e, a partir de 1935, prefeito do Distrito Federal, decidiu criar a Polícia Municipal, Zenóbio da Costa foi convidado para comandá-la, sem prejuízo de sua condição de aluno da Escola de Estado-Maior do Exército, que cursou de fevereiro de 1935 a dezembro de 1936. Nesse período, participou da repressão ao movimento insurrecional do 3º RI, que se sublevou contra o governo em 27 de novembro de 1935. Também nessa época, em maio de 1936, foi promovido a tenente-coronel.

Em agosto de 1937, Zenóbio assumiu o comando do 8º BC, sediado em São Leopoldo (RS), por indicação do General Daltro Filho, comandante da 3ª RM, que então dava execução ao processo de deposição do governador Flores da Cunha.

Em 3 de maio de 1938 Zenóbio chegou à patente de coronel. Nessa época, tomou a defesa de Pedro Ernesto, denunciado pelo chefe de polícia do Distrito Federal, Filinto Müller, e processado pelo Tribunal de Segurança Nacional sob a acusação de cumplicidade com a revolta do 3º RI em novembro de 1935.

De agosto de 1938 a janeiro de 1940, comandou o 14º RI, em São Gonçalo (RJ) e daí foi transferido, em maio deste último ano, para Campo Grande, então no Estado de Mato Grosso, e hoje capital de Mato Grosso do Sul, onde ficou à disposição do comando da 9ª RM até agosto seguinte.

Promovido a General-de-Brigada em agosto de 1941, já em outubro foi transferido para Belém com a missão de comandar a 8ª RM. No comando da 8ª RM, Zenóbio travou conhecimento com alguns oficiais que se encontravam em Belém na qualidade de emissários do governo norte-americano para estudar a localização das futuras bases defensivas.

Em março de 1943 foi exonerado daquela função e transferido para Caçapava (SP), onde assumiu no mês seguinte o comando da Infantaria Divisionária da 2ª RM. Mas já em maio foi escolhido para exercer o cargo de diretor-geral de Pessoal do Exército. Naquela oportunidade, o Brasil como um dos signatários da Primeira Declaração Conjunta dos Povos da América, já havia declarado guerra à Alemanha e à Itália.

Vários oficiais brasileiros foram relacionados para estagiar em centros de treinamento militar norte-americanos a fim de entrar em contato com modernos armamentos e técnicas de combate. Zenóbio da Costa foi um desses oficiais, e, enquanto permaneceu nos EUA, de agosto a novembro de 1943, um decreto presidencial datado de 7 de outubro de 1943 determinou a organização e instrução da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª DIE) com unidades retiradas das regiões militares sediadas no Rio, São Paulo, Minas e Mato Grosso. A 1ª DIE constituiu a Força Expedicionária Brasileira (FEB), cuja composição básica era de pesadas unidades de artilharia e infantaria.

O General Zenóbio da Costa ingressou na FEB como voluntário. Sua missão principal era preparar, com treinamento adequado, os efetivos de infantaria, de conformidade com as diretrizes de instrução dos quadros e da tropa do corpo expedicionário emitidas em 18 de agosto de 1943 pelo Estado-Maior do Exército (EME). A 12 de Outubro de 1943 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Avis de Portugal.

Recebendo o prazo de 27 semanas para colocar em condições de combate a tropa sob seu comando, a 31 de março de 1944 desfilou à frente dela na avenida Rio Branco, no Rio, sendo amplamente festejado pela população. Demonstrava assim estar pronto para o embarque, cuja data vinha sendo mantida em sigilo.

Em 2 de julho de 1944, o navio-transporte norte-americano General Mann zarpou da Guanabara conduzindo o 1º Escalão da FEB composto de 5.800 homens, sob o comando de Zenóbio da Costa, e levando a bordo o comandante-em-chefe da FEB, General João Batista Mascarenhas de Morais.

A tropa brasileira desembarcou em Nápoles, na Itália, a 16 de julho, e permaneceu nas proximidades até o dia 26, quando se transferiu para a Tarquínia, incorporando-se, a 5 de agosto, aos efetivos do V Exército dos Estados Unidos, comandado pelo general Mark Clark. A 18 deslocou-se para a região de Vada, perto do rio Arno, onde se concentravam fortes dispositivos de tropas alemãs. Nessa área o 1º Escalão, sob o comando de Zenóbio, realizou um teste ofensivo, presenciado pelo general Mark Clark e por 270 oficiais norte-americanos, ao fim do qual foi considerado apto para entrar em combate.

No dia 16 de setembro verificou-se o primeiro contato da FEB com o inimigo. Acampado em San Rossore, o 6º RI desdobrou-se em duas frentes: o 1º Batalhão da unidade marchou na direção Filetole-Monte Ghilardona, enquanto o 2º Batalhão ingressou no percurso Bozzano-Vecoli. Dessa operação resultou a ocupação de Massarosa, Bozzano e Quiza. Dois dias depois, a FEB conquistou o reduto de Camaiore. A 26 alcançou Monte Prano, no desempenho de plano ofensivo que visava a atingir a “Linha Gótica”, constituída de pontos fortificados nas altitudes máximas da cadeia dos Apeninos.

A 6 de outubro, mais dois escalões da FEB chegaram a Nápoles: o 2º com 5.133 homens, comandado pelo General Osvaldo Cordeiro de Farias, e o 3º, com 5.243 homens, comandado pelo General Olímpio Falconière da Cunha. Com esse reforço, Mascarenhas mudou a estrutura de comando da FEB: Cordeiro de Farias passou a comandar a Artilharia Divisionária, e Zenóbio, a Infantaria. As unidades de Zenóbio foram enviadas, então, para o vale do Reno, onde a poderosa 1ª Divisão Blindada americana mantinha posições defensivas numa região montanhosa exatamente defronte às fortificações nazistas nos Apeninos, encravadas nos pontos culminantes dos montes Belvedere, Gorgolesco, Mazzancana, La Torracia, Castelo, Della Croce, Torre de Nerone e Sopropassasso.

A FEB era, estruturalmente, subordinada ao IV Corpo do Exército dos Estados Unidos, comandado pelo general Willis Crittenberger, que por sua vez constituía uma grande unidade do V Exército, sob o comando do general Mark Clark. Ao contrário de Mark Clark, que mantinha excelentes relações com o General Mascarenhas, o comandante do IV Corpo exigia da tropa brasileira um ritmo de operacionalidade que estava muito além de suas disponibilidades técnicas e numéricas. O general Floriano de Lima Brayner conta em seu livro A verdade sobre a FEB que as quatro primeiras tentativas de ataque a Monte Castelo, a principal fortaleza natural da cadeia dos Apeninos, desencadeadas nos dias 24, 25 e 29 de novembro e 12 de dezembro de 1944, foram malsucedidas porque o general Crittenberger não só desviou reforços da infantaria da FEB para outros setores de ação como ainda substituiu unidades norte-americanas por efetivos brasileiros já nos limites irresistíveis da exaustão física.

O procedimento de Crittenberger, segundo Brayner nem sempre contestado devido à timidez e inexperiência de Mascarenhas, chegou a criar dúvidas a respeito da reputação profissional do general Zenóbio e, consequentemente, a provocar desconfianças na tropa quanto à sua capacidade de comando. A 21 de fevereiro de 1945, todavia, assumindo pessoalmente a chefia das operações na frente de Monte Castelo, contrariando inclusive as expectativas de Crittenberger, o General Zenóbio da Costa lançou em combate o 1º RI sob o comando do coronel Aguinaldo Caiado de Castro e, com apoio da Artilharia Divisionária, ocupou em 15 minutos a posição considerada quase inexpugnável. Dali por diante a FEB tomou Castelnuovo, Montese, Zocca, Montalto, Vignola, Marano e Collechio e alcançou Turim a 1º de maio, na véspera da rendição alemã em toda a frente italiana, que marcou o fim da guerra no continente europeu. No dia 9 de maio, Zenóbio foi promovido a general-de-divisão e, no mês seguinte, designado para representar o Exército Brasileiro na Parada da Vitória realizada em Londres.

O General Zenóbio, participando assim, das operações de guerra na Itália, instituiu o Pelotão de Polícia Militar brasileira, contando com duas seções: de tráfego, com três grupos e de polícia com dois grupos, que com atribuída relevância, procurou especializar-se na missão de polícia com a incorporação de, além de 19 militares do Exército, 44 policiais civis da Guarda Civil do Estado de São Paulo.

Terminado a 2ª Guerra Mundial, Em julho de 1945, o General Zenóbio passou a dedicar sua atenção à Polícia Militar da FEB, unidade formada por ele para a guerra. Quando visitara na Itália o Quartel General do V Exército Americano, se entusiasmou com a postura, seriedade e atitude dos militares que compunha agurada daquele QG. Ali começou a ser plantada a Polícia do Exército.

Promovido ao posto de General de Divisão e nomeado para comandar a 1ª Região Militar, a mais poderosa unidade do Exército, sediada na Vila Militar, no Rio de Janeiro. No ano seguinte passou a fazer parte da comissão de promoções do Exército e, em 1949, foi nomeado comandante da Zona Militar Leste, sediada na capital da República, foi exatamente nesse ínterim que a 1ª Divisão Expedicionária estava sendo extinta, entretanto, graças ao apelo ao General Dutra, seu antigo comandante, a tropa foi mantida e recebeu a denominação de 1ª Companhia de Polícia do Exército Brasileiro.

Prestigiando a idéia do General Zenóbio, o então Ministro da Guerra, General Conrobert Pereira da Costa e todos os Oficiais Generais do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do espírito Santo, acompanhados de comandantes da área da Zona Militar do Leste, compareceram ao quartel da 1ª Cia PE para assistir uma demonstração de instrução militar dos primeiros policiais do Exército Brasileiro, que passou a ser admirada pela população, despertando o interesse da Marinha e da Aeronáutica, desejosas de criarem suas Unidades de Polícia.

O prestígio da nova Unidade foi tão grande que o Presidente Dutra escolheu o quartel da 1ª Cia PE para sede das comemorações do Dia da Vitória, em 1950, onde compareceu acompanhado de todo o seu ministério, Oficiais Generais, políticos e autoridades civis para assistirem a uma demonstração especial de técnicas empregadas. Em fevereiro de 1964, em uma justa homenagem ao grande entusiasta e incentivador da Polícia do Exército, a unidade recebeu a denominação de BatalhãoMarechal Zenóbio da Costa.

No período de 10 de agosto de 1946 a 31 de março de 1952 comandou a 1ª Região Militar, no Rio de Janeiro, sendo promovido a General-de-Exército em março de 1951.

Em 1954, no governo constitucional de Getúlio Vargas, foi nomeado ministro da Guerra, assumindo o cargo em decorrência da crise político-militar surgida com o Manifesto dos Coronéis contra a permanência de João Goulart no Ministério do Trabalho, em 22 de fevereiro de 1954.

Em agosto de 1954 comunicou ao presidente Getúlio Vargas a impossibilidade de ser esboçada qualquer resistência aos generais que exigiam o licenciamento do presidente da república. Em 1º de maio de 1955, foi designado para o posto de inspetor-geral do Exército, tomando posse no dia 11.

Participou dos movimentos militares destinados a garantir a posse de Juscelino Kubistchek na presidência da república. Com o movimento de 11 de novembro de 1955, desfechado sob o comando do General Lott, a posse de Juscelino e Goulart foi plenamente garantida em 31 de janeiro seguinte.

Em virtude de sua participação naquele movimento, em janeiro de 1956 Zenóbio da Costa foi designado para a chefia do Departamento Geral de Administração do Exército, transformado em setembro do mesmo ano em Departamento de Provisão Geral. Permaneceu no cargo até maio de 1957, quando foi transferido para a reserva no posto de marechal. Na ocasião lamentou em entrevista aos jornais que o governo não tivesse aplicado em favor dele a chamada Lei Denis, que permitiria por mais dois anos sua permanência na ativa, desde que isso fosse considerado de conveniência do regime.

Em 9 de janeiro de 1958 Juscelino nomeou-o embaixador do Brasil no Paraguai, em substituição ao diplomata João Luís Guimarães Gomes. Permaneceu em Assunção até 30 de janeiro de 1961, véspera da posse do presidente eleito Jânio Quadros, quando solicitou demissão. Passou a embaixada ao encarregado de negócios Carlos Sette Gomes Pereira, que se manteve no posto até a chegada do novo embaixador, General Joaquim Justino Alves Bastos, que tomou posse em agosto de 1961.

Ao retornar da capital paraguaia, o ex-ministro da Guerra afastou-se definitivamente da vida pública.

Era casado com a Sra. Darcília Ferraz Zenóbio da Costa, com quem teve três filhas e é avô do músico Roberto de Carvalho.

Faleceu no Rio de Janeiro no dia 29 de setembro de 1963.

 

Referências:

 

COSTA, Zenóbio da. Disponível em: <http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/euclides-da-zenobio-costa>. Acesso em 05 mai 2018.

EUCLIDES ZENÓBIO DA COSTA. Disponível em: <http://dearsforever.com/br/index.php/cidades/rj/rjo/item/235-euclides-zenobio-da-costa>. Acesso em 05 mai 2018.

EUCLIDES ZENÓBIO DA COSTA. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Euclides_Zenóbio_da_Costa>. Acesso em 05 mai 2018.

EUCLIDES ZENÓBIO DA COSTA. Disponível em: <http://www.wikiwand.com/pt/Euclides_Zenóbio_da_Costa>. Acesso em 05 mai 2018.

OS NETOS SÃO OS GENERAIS DA CASA DE ZENÓBIO. Jornal da semana. Rio de Janeiro, edição 00051, ano 1954. Disponível em: <http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=100331&pagfis=2208&url=http://memoria.bn.br/docreader#>. Acesso em 05 mai 2018.

POLÍCIA DO EXÉRCITO (BRASIL). Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Polícia_do_Exército_(Brasil)>. Acesso em 05 mai 2018.

POLICIA MILITAR DO MARANHÃO – Apontamentos para a sua história. São Luís: SEGRAF, 2006, 224p.

ZENÓBIO DA COSTA. Disponível em: <https://filosofandoehistoriando.blogspot.com/2011/10/zenobio-da-costa.html>. Acesso em 05 mai 2018.