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  • Foto do escritor Carlos Alberto da Silva Santos Braga

A QUARTA GERAÇÃO DE TIRADENTES | CARLOS BRAGA



No dia de hoje, 21 de abril, data em que se comemora o Suplício do Protomártir da Independência do Brasil e ícone da Inconfidência Mineira, fiz uma visita à Maria Amélia Gonzaga Braga, a quarta geração de Tiradentes após o salgar a casa.


Salgar a casa, nos dizeres de Costa Val e Viana (2008), é por sua vez uma simbologia de não permitir que sobressaiam vestígios do condenado e de seus atos, ressaltados pelo erguimento dos padrões que representavam a condenação.


Após a condenação de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, pelo Tribunal de Alçada, nos termos da sentença aplicou-se o salgar a casa, o apagamento da memória do supliciado.

Com o apagamento da memória, não há que se falar em herdeiros e, conforme o direito da época os bens passariam ao Estado, o Juízo do Fisco e da Inconfidência, foi instaurado para se fazer o levantamento dos bens do supliciado.


Não era mais permitido usar o nome XAVIER pelos descendentes de Tiradentes, os quais passaram a assinar o nome GONZAGA.


A família GONZAGA fixou residência na localidade da Boa Vista, atualmente um distrito do município de Martinho Campos, próximo aos Rios Lambari e Capivari, na bacia hidrográfica do Baixo Rio Pará.


Uma das mulheres da família Gonzaga contraiu matrimônio com um dos homens da família Braga da Silva, que residia na trabanda do Rio Capivari em Córrego Areado e Barreiro no município de Bom Despacho.


O nome da mulher é Maria Amélia Gonzaga Braga, esposa do meu primo José Braga Sobrinho, filho da minha tia Alice Braga da Silva.

Na pessoa de Maria Amélia Gonzaga Braga, fica a minha reverência e respeito ao nome TIRADENTES.


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